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demagogia de bolso

Convencido . Corrompido . Corrosivo .

demagogia de bolso

Convencido . Corrompido . Corrosivo .

Feliz Natal

Desejo a todos um Feliz Natal! Menos à Mariana Mortágua.

Comam e bebam muito!
Celebrem muito!
Contem histórias e riam-se uns dos outros. Festejem! Façam outras pessoas felizes!
Não fiquem doentes ao fim de semana!
Recebam prendas!
Dêem prendas!
(Menos os livros de auto-ajuda do Gustavo Santos, okay?)

 

Viva o FC Porto!
E ilibem o Sócrates!

Até 2016

Um mundo de tolos

Muito boa esta.

 

"Quase metade dos psiquiatras já ponderou suicidar-se"

 

Paciente: "Sr. Dr. estou a pensar suicidar-me, acho que estou com problemas, ajude-me!".

 

Médico: "Pistola calibre .44, entre a orelha e o olho, é solução certinha para o seu problema, olhe que já passei por isso que está a passar."

 

Paciente: "Muito obrigado Sr. Dr.!"

 

Médico: "Ora essa, mas não se esqueça de pagar! Ah, e se por acaso não tiver armas em casa e não lhe apetecer gastar dinheiro numa porque estão caras, experimente comprar um bilhete de comboio e ter uma pontualidade inglesa, ou seja, chegue à linha primeiro do comboio. Vai ver que faz o mesmo efeito. E não se preocupe com o resultado, há sempre alguém que gosta de fazer esse tipo de "puzzles" e depois junta-o todo num só!"

 

Paciente: "Mais uma vez, muito obrigado Sr. Dr! Vou recomendá-lo aos meus amigos todos que estão com os meus problemas! Um Feliz Natal!"

 

Médico: "Feliz Natal, Sr. Adelino."

 

Mais um que não tinha de morrer, mas

Acho que culpar o Estado neste caso é injusto. Só vai levar com a culpa porque é o Estado. E essa comparação entre a saúde e a Banca só mostra que há falta de culpados e do que se dizer, culpa-se o Estado. Isso é mesma coisa que um idoso em Vila Velha de Ródão tropeçar na calçada do passeio, porque a esta faltava uma pedrinha no ladrilho, e morrer e vir-se dizer que há milhões para salvar um Banco e não uns euros para a Câmara contratar um calceteiro.

Ou então alguém que tem um acidente porque a estrada está mal alcatroada. Ou alguém que leva com uma árvore em cima porque os homenzinhos da proteção civil não acharam por bem considerá-la um risco. Ou tantos outros "ses".

Admito, o timing foi péssimo, mas o Estado não pode levar com a principal culpa de isto ter acontecido. É que trata-se de um caso isolado e que ocorreu na base da pirâmide que é a máquina estatal no seu todo.

Mas pronto, acaba por ter culpa, quanto mais por se tratar do SNS, e é o Estado o ente competente e responsável.


Só que para mim, os verdadeiros culpados, são os "profissionais" daquele serviço e daquele hospital!


Transcrevo do Público:

"Segundo o centro hospitalar, a prevenção é feita em “regime voluntário” e “existiu indisponibilidade por parte de alguns profissionais para a fazer, o que se deve às alterações dos regimes remuneratórios. Alguns daqueles profissionais rejeitaram os valores actualmente propostos para o pagamento dessas horas de prevenção, o que inviabiliza o indispensável trabalho da equipa”.



Estamos a falar de pessoas que escolhem Medicina para salvar vidas, mas depois, as vidas já não importam se o cheque não for daquele valor. A estes "profissionais" em causa, que pese na consciência a morte deste jovem que morreu porque a dignidade e responsabilidade destes médicos tem um preço de Euros e não de Carácter.

Tribos (Tribalwars)

Um dos meus muitos passatempos:

 

tribal_wars.png

 

E porque é que estou a falar disto hoje? Primeiro porque me apeteceu, e segundo, porque mesmo não passando de um jogo online, "conheci" lá um grupo de amigos que são os maiores trolls que eu já conheci em toda a minha vida.

 

Da mesma maneira que há gente, que, supostamente, se ri das barbaridades que eu escrevo. Eu, definitivamente, escacho-me a rir com as barbaridades e pérolas que eles todos os dias me brindam no "fórum".

 

Por isso, num post completamente aleatório, aqui vai o meu agradecimento, e votos de Feliz Natal ao melhor Gang do Spam de sempre:

 

- Godlife

- Mcvalerio

- xicoramos

- Não me Banam

- Charlix

- Príncipe Amor e Ternura

- Farmador98

- Shisue

 

Um grande abraço

O Patrono

Numa de competição

Eu não tenho andado muito ativo. é verdade.

Hoje deu-me para a celeuma. é verdade.

Já "pubiquei" 4 posts hoje. é verdade.

Nenhum deles de uma frase só. é verdade.

Ainda me falta um após este - visto que tenho de terminar o M.J. inspira-me desta semana. é verdade.

 

Ainda assim, estou muito longe do primeiro lugar. PODEM TER A CERTEZA QUE É VERDADE!

 

14 posts num dia???? 

- "Ah e tal, mas são 3 blogs."

 

12 posts num só blog num dia????

 

E sem um comentáriozinho que fosse? Um autêntico monólogo de xaxa. Posts de uma frase só? Mas o que é isto?

- "Ah e tal, é a liberdade de expressão." 

 

 

Exprimiu-se para dizer uma bela merda o dia todo então.

Já sei, já sei. Sou eu que sou muito cáustico e reclamo com tudo. Mas a mim sempre me ensinaram, quem não tem nada para dizer, ganha mais em estar calado. E ainda por cima, publica frases soltas a mandar bitaites a outros blogs, como quem: "sou a drama queen da blogosfera".

 

Soa a ridículo ver posts deste gabarito (ficcionado atenção):

 

- Hoje acordei.

- Saí de casa e vi que o céu era azul.

- O pão de cereais que comi era seco.

- Tenho de comprar um piaçaba.

- Hoje poupei o bilhete do autocarro porque cheguei atrasado.

- Estou cansado.

- Só vim dizer olá.

 

 

Como estamos no Natal, está na altura de sermos egoístas e pedirmos presentes, é uma realidade. E eu, se tivesse que te dar uma prenda, já sei exatamente aquilo que te dava:

 

NOÇÃO

 

 

Tanto livro, e não compra um de auto-ajuda. Incrível.

Feliz Natal, Becas.

Querida Becas,

 

          Aqui vai a prova do quanto significas para mim. Já não escrevia uma carta desde o tempo em que, acreditava que o Pai Natal existia, o Sporting ainda se lembrava do que era ser campeão, o Saramago, o Artur Agostinho, Raul Solnado e o Eusébio ainda existiam e que eu ainda pensava que um dia iria namorar com a Pamela Anderson.

          Isto só para contextualizar e enquadrar esta façanha que demonstra o amor que tenho por ti!

          Amor...

          É de amor que esta carta trata. Do meu amor incomensurável e infindável que eu tenho por ti.

          Sei que te devo muito. Sei que te devo mil e uma viagens a Lisboa para estar contigo, todas elas mais do que merecidas. Sei que te devo mais chamadas, mais mensagens, mais conversas, mais gestos e atitudes que demonstrem “ad eternum” que eu gosto de ti.

       Foste, sem dúvida nenhuma, a primeira pessoa a ensinar-me como gostar realmente de alguém, e a coragem que é preciso para assumir esse passo. Encontraste e conheceste um menino, arrogante e convencido, mas que, hoje, levanta-se todos os dias, feito Homem, sempre tentando ser mais e melhor. Sim, fizeste-me melhor pessoa, e foste a primeira numa vida inteira a fazê-lo e a fazer valer a pena.

         E prometo-te com o coração inteiro, que é tão meu quanto teu, que estarei sempre, mas sempre, do teu lado, como uma luz que brilha sem cessar, mesmo depois do primeiro de nós partir.

          Não conheço palavras sinceras o suficiente para te descrever da forma que eu te vejo.

       Tudo o que tu és, tudo o que tu passaste, todos os teus problemas, todos os teus defeitos e qualidades e todo o teu coração, tão pequenino e tão frágil e ao mesmo tempo tão grande e cheio de si, para mim é, tudo em si, um exemplo daquilo que todos devíamos seguir e aspirar a ser.

          Com pouco mais do que a respiração, explicaste-me o infinito. E agora sim, acredito que é raro e lindo, aquilo que temos. Conheces-me por dentro e por fora, aceitando-me por aquilo que sou. Onde muitos passaram e não viram, tu encontraste-me e ficaste. Fazes-me sentir bem, apenas por existir.

        Não posso deixar de te perguntar: quando é que te volto a ver? Sei e tentei escrever-te mais vezes, mas nunca encontrava o que escrever.

          Devia ter escrito no início, como fazia o Eça de Queiroz em todas as suas cartas:

          “Espero que esta carta te encontre bem de saúde...”

          Espero mesmo!

        Já te disse mil vezes mas aqui vai mais uma: quem me dera que vivesses mesmo aqui, ao pé de mim. Tenho sempre tanto para te falar, tanto para te mostrar e não, um telemóvel e um computador não resolvem tudo.

        Quero acreditar que quando chegares a estas linhas, já te tenhas apercebido que estou a ter o momento mais piroso e lamechas da minha existência. É bom que esteja a valer o esforço e que desse lado já rolem algumas ou muitas lágrimas por essa linda face abaixo.

          Só para teres noção, estou a escrever isto a um sábado à noite e já passam das três da manhã. Acho que é aquela hora em que a saudade bate com mais força.

            O que vale é que eu sei que não há nada que te faça não gostar de mim. Não é?

            

          Espero, também, que esteja tudo bem com a tua família e com as tuas amigas – quero lá saber dos teus amigos. Mando um beijo enorme para a tua mãe e um abraço sentido para o teu pai e para o teu irmão.

          Um beijo enorme também para a descendente não assumida de mafiosos italianos – ter uma matriarca da família que fala 278 línguas é, no mínimo, suspeito –, espero que também esteja tudo bem com ela. Diz-lhe que pode me ligar sempre que lhe apetecer discutir com alguém, desde que o faça tendo a consciência que não vai ganhar a discussão. E diz-lhe para mandar um abraço meu ao Portas, que o homem, coitado, deve andar triste.

          Mais beijos para a Verónica, para a outra Rita, e para todas as tuas amigas com quem tiras fotos e pões no facebook.

          Desejo a todas, do fundo do coração, um Feliz Natal 

 

          Daqui, deste lado, está tudo bem. A minha mamã e o meu papá mandam-te beijinhos, e dizem que podes vir sempre que quiseres – tecnicamente não dizem porque não sabem que estou a escrever esta carta, mas se lhes perguntasse sei que era o que diriam. Já fazes parte da família, só falta mesmo apareceres nas fotos de família e começares a ir comigo a casamentos e baptizados daqueles primos da França para que seja oficial.

 

         O Paulinho chega quarta-feira da Finlândia. Estou a morrer de saudades dele, não tens noção, e para o idiota era lhe igual se viesse ou não viesse. Diz que só tem saudades de comer uma francesinha e que por ele só vinha a Portugal para cortar o cabelo. É um otário, mas tenho saudades dele pra caralho – tinha que dizer um palavrão senão, não seria eu.

       O meu sobrinho está enorme também, embora não o conheças, parece sempre bem falar da família toda. E a minha relação com o meu irmão mais velho, para já, está estabilizada, por isso, é só boas notícias.

 

          Espero que 2016 te traga muitas mais vezes para junto de mim. Queria mesmo, por exemplo, levar-te comigo a ver um jogo do “nosso” Porto. Queria passar uma noite inteira na rua contigo, tal e qual como faço com os meus amigos, falando de tudo e nada, só mesmo para o tempo passar e fazendo companhia um ao outro. Queria mostrar-te Barcelos à noite, os tascos e as pessoas, o espírito e a proximidade. Queria fazer-te mais do campo e menos da cidade. Queria ter-te comigo nos meus anos, mas sei tambem que te devo me a mim nos teus anos, e lamento todos os que já perdi.

          Queria tantas e mais tantas outras coisas, e sei que há de chegar o dia onde iremos fazer isso tudo e muito mais.

 

            Até lá,

 

            Quero só dizer que tenho saudades tuas.

            Quero só dizer que te amo do fundo do meu coração.

            Quero só dizer que foste, és e sempre serás especial para mim.

            Quero só dizer que mudaste a minha vida, desde o primeiro segundo em que entraste nela.

            Quero só dizer que já estou a dizer muitos clichés e que já me estão a acabar as frases feitas.

 

            Que estejas bem. Que estejas feliz. E que fiques sempre assim.

 

Mas comigo por perto.

 

 

 

Do sempre teu,

 

Pedro

Dear Brother

"Walking the roads of our youth

through the land of our childhood, our home and our truth

 

Be near me, guide me

always stay beside me so i can be free, free

 

Lets roam this place

familiar and vast

our playground of green frames, our past

 

We were wanderers

never lost, always home

 

When every place was fenceless

and time was endless

our ways were always the same

 

Cool my demons and walk with me brother

until our roads lead us away from each other

and if your heart’s full of sorrow, keep walking, don’t rest

and promise me from heart to chest

to never let your memories die, never

 

I will always be alive and by your side,

in your mind

 

I'm free"

 

 

(o Autor, humildemente, confessa que muitas vezes também chora, principalmente com saudades do irmão mais novo)

 

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