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demagogia de bolso

Convencido . Corrompido . Corrosivo .

demagogia de bolso

Convencido . Corrompido . Corrosivo .

TAG | Completa a frase...

A convite do ilustre Marquês, que desde já agradeço o mui singelo convite, irei proceder com o maior rigor possível (#sóquenão) à resposta ao..

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Assim sendo, e sem demoras:

 

Sou muito ... Conflituoso e agressivo no que toca a discutir. Principalmente, a primeira. E aqui entramos já em "conflito", porque as pessoas costumam me apontar esse traço de personalidade como um defeito, e eu considero ser, e estou a ser o mais honesto possível, a miha maior qualidade. Atenção, é preciso compreender que refiro-me a ser conflituoso e agressivo em discussões acesas. Não tem nada a ver com ser uma pessoa agressiva ou sempre pronta para andar em barulho. Nada disso. Aliás, nada mesmo. Confronto físico não é a minha cena, até porque não honraria a minha licenciatura em Direito. Acredito no diálogo como verdadeira "arma" de arremesso e de imposição de argumentos. E lá está, no que toca a discutir, sou mesmo um "monstro". Não desisto, e fico horas a debater o mesmo ponto se for preciso, sem dar aso nem descanso ao "adversário". Outro aparte, não confundir também agressivo com ofensivo. Não sou ofensivo com ninguém, exceptuando as bestas dos meus amigos, porque tenho essa liberdade para com eles. Além disso, acredito em argumentos e não em insultos.

 

Não suporto... Pessoas que utilizam este argumento: "Porque sim", ou "Porque não". Também não suporto "avecs", e aqui para não pensarem que sou preconceituoso, vou ser bastante específico. Para mim o "avec" é aquela pessoa que se o formos visitar a França fala connosco em português, mas que quando chega cá em Agosto, insiste em falar uma língua que nem o Português nem o Francês entende. Ou seja, e basicamente, quase toda a minha família do lado paterno. (Em contrapartida, estimo muito e respeito muito mais todos os emigrantes, mas saliento, EMIGRANTES, portugueses de alma e coração como eu, mas que por circunstâncias da vida encontram-se a residir numa terra que não a deles).

 

Já me zanguei... Com uima  das pessoas mais importantes da minha vida, assumindo um compromisso tácito comigo mesmo, em que por mais que me custe e tenha vontade, não voltarei a falar com ela.

 

Quando era criança.. Era o gordinho que ia sempre à baliza. Não. Tou a mentir. Nem à baliza ia. Fui vítima de bullying, no meu 7.º ano, porque calhei numa turma em que mais de metade eram mais, dois anos ou mais, velhos do que eu, sendo quase todos eles autênticos marginais e delinquentes capazes de rivalizar com o gangue dos "Bate e Foge" ali de Vila Velha de Ródão. Sempre fui respondão, e intelectualmente bastante superior, pelo menos em relação aqueles. Só que demorava a perceber que mais valia estar calado. Por isso é que agora prefiro ser insultado do piorio, do que levar na boca. Os insultos na realidade não doiem tanto, e com esses posso bem. 

 

Neste exacto momento ... E além de estar a responder a isto claro, estou a ouvir "Fever to the Form" de Nick Mulvey, em constante repeat, e a ler "O Bom Soldado Svejk" de Jaroslav Hasek.

 

Morro de medo... De viajar de avião por cima de água (mares e oceanos). Não tenho medo de viajar de avião, se a viagem for por terra. Sendo por água, tenho total fobia. Sendo o meu maior medo, morrer afogado.

 

Sempre gostei ... de desporto também - sim, porque só fui gordinho e baixinho até aos 15 anos. Joguei futebol, fiz natação, e de momento, limito-me ao jogging. Livre e sozinho. Sempre gostei de ler, não aquilo que tinha de ler, mas o que me apetecia ler. Daí comprar os livros pela capa e não por serem de X autor. E sempre gostei de COMPRAR os livros, não gosto de pedir emprestado, confesso. Sempre gostei de ler jornais, leio vários diariamente, entre desportivos e de notícias. Além de ter cadernos com recortes de notícias do meu jogador de futebol preferido (Paolo Maldini, passo a informação).

 

Se eu pudesse... Parava no tempo com 16, 17 ou 18 anos, e nunca mais crescia e ficaria tudo como estava nessa altura. Ou então quando tinha 6 ou 7 anos, devido à ausência de responsabilidades e à genuína impressão que temos de que o Mundo é um sítio bom.

 

Adoro ... (vou escandalizar pessoas agora) ir ao Estádio do Dragão apoiar o meu único e verdadeiro amor, não perdendo um único jogo em casa. Adoro ir ao Casino, sendo eu um ávido jogador de Blackjack. Adoro o meu irmão mais novo, que está na Finlândia em Erasmus a curtir "à grande e à finlandesa" borrifando-se para mim, enquanto eu morro de saudades dele.

 

(vou alterar a ordem para não terminar com esta)

Não gosto... De bróculos, espinafres e grelos. Que estraguem o arroz, nomeadamente fazendo arroz de feijão, de marisco, de couves, de tamboril, à valenciana, etc. Só gosto de arroz branco e sequinho com alho, e não cebola, como a minha mãezinha tão bem faz.

 

Fico feliz... com bastante pouco até. Fico feliz em ver pais a ir buscar os filhos à escola primária (tenho uma mesmo por baixo de onde trabalho/estagio e foi onde fiz a minha primária). E por acaso, é algo que me deixa mesmo feliz, sinceramente nem sei porquê, mas toca-me imenso.

 

Se pudesse voltar no tempo... Tentaria fazer tudo, embora desconfie que não ia adiantar, para que a minha relação com o meu irmão mais velho fosse melhor. Mas já é tarde, e a relação cordial que temos, nunca passará disso, cordial. Teria ido visitar mais cedo e mais vezes um amigo que faleceu. Tinha dito que gostava muito dela, à minha madrinha/avó paterna quando me despedi dela. E tinha feito e dado tudo para fazer a Mariana feliz, porque ela foi, é e será sempre o amor da minha vida.

 

Quero viajar.. Para poucos sítios até. A referir alguns: Namíbia, Cuba, Montenegro, Fiji, Tuvalu, Holanda, Argentina, e mais meia dúzia de sítios só.

 

Eu preciso... De acreditar que a minha vida há de ter algum sentido, próprio ou especial. O tempo passa demasiado depressa, e quando nos apercebemos já é tarde para fazer a maioria das coisas que sonhamos em fazer. Tenho consciência disso, daí que só preciso de acreditar que a minha vida, leve o rumo que levar, fez algum sentido. 

 

Mais uma vez agradeço ao ilustre Marquês o convite pelo desafio, e peço desculpa se estavam à espera de ironias ou javardices. Gosto de ser sincero, assim ao de longe a longe. Nunca perco muito tempo a pensar naquilo que sou, ou naquilo em que me tornei, e nos passos que dei para ser a pessoa que sou hoje, por isso, é sempre bom quando somos impelidos a fazê-lo, porque perdemos algum tempo a pensar em aspetos importantes da nossa vida, que na maioria dos dias passam-nos ao lado, mas que representam grande parte daquilo que somos, quer para nós, quer para as outras pessoas.

 

Quanto aos nomeados. 

Nomeio os seguintes:

(corro algum risco de nomear alguém que já tenha feito, por isso desde já lamento se o fizer)

 

Ana

Mula

Andreia

 

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